Ninguém entendeu nada.
Naquela cidadezinha de Guanajuato, no México, todos se apertavam debaixo dos toldos e marquises para se proteger da chuva que caiu de repente. Não era torrencial, nem daquelas que cai devagar e fina. Era chuva e ponto, daquelas que não se escapa só com o guarda-chuva.
E a brasiliense não teve dúvida: saiu e esperou a van na chuva mesmo. Curtindo cada metro cúbico que caía nela.
Ai que saudade desse cheirinho... E a umidade ó...
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